Sexualidade – debate entre Banda Pedra Letícia e Dep. Aline Correia (PP-SP)

A banda Pedra Letícia, a deputada Aline Correia (PP-SP), a psicóloga Silvia Renata Magalhães Lordello e Lena Whitaker, criadora do site Falando de Sexo, discutem relacionamento e sexualidade na adolescência e juventude no programa Câmara Ligada. Também participam do papo, embalado por muita música, estudantes do Centro Educacional nº 6 de Taguatinga, do Colégio Projeção do Guará e da Escola das Nações, todos de Brasília.
Os jovens falam sobre suas ansiedades no momento em que começam a se relacionar e tiram dúvidas sobre as melhores formas de prevenir doenças sexualmente transmissíveis. Especialistas e deputada são unânimes ao apontar o diálogo como a melhor forma de orientar adolescentes e jovens. Apesar de as informações sobre os riscos estarem disponíveis, a faixa etária entre 14 e 24 anos é hoje a mais suscetível a contágios.

A banda Pedra Letícia, de Goiânia, está ganhando visibilidade por seus clips no YouTube, site que disponibiliza vídeos gratuitamente na internet. Os vários clips já somam mais de 5 milhões de acesso. O hit “Como que ocê pôde abandonar eu” é o maior sucesso da banda. Gravando o primeiro CD, Pedra Letícia toca grandes sucessos do brega e do rock, além de canções hilariantes de autoria própria que brincam com a simplicidade do jeito goiano de ser. Gargalhadas garantidas. Formam a banda Fabiano Cambota, voz e violão; Fabiano Áquila, voz, violão e baixolão; e o percussionista Thiago Sestini.

O Câmara Ligada é um programa para jovens que conta com o selo ER (Especialmente Recomendado) do Ministério da Justiça, criado para indicar obras educativas e informativas que promovam o respeito à diversidade, aos direitos humanos, à cultura de paz e à cultura regional.
A meta do Câmara Ligada é estimular os jovens que não têm intimidade com a política a debater temas de seu dia-a-dia. O programa começou a ser produzido há quatro anos pela TV Câmara, em parceria com a UNESCO, o SESC e a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), e busca responder às questões levantadas no livro “Remoto Controle – Linguagem, Conteúdo e Participação nos Programas de Televisão para Adolescentes”, editado pela ANDI, Unicef e Editora Cortez. A obra analisou todos os programas já produzidos para jovens no país e concluiu que, neles, os brasileiros com menos de 24 anos são relegados ao papel de figurantes. No Câmara Ligada, eles viram os protagonistas.