O futuro esportivo de nosso país

Galera, o Câmara Ligada sobre esporte foi incrível!! O debate contou com a participação da judoca medalhista Sarah Menezes e do treinador Expedito Falcão. Quem animou a galera com seu som bem original e contagiante foi a banda O Terno, de São Paulo.

Para atualizar o nosso blog, convidamos o blogueiro Rener Lopes. Ele tem um blog sobre esporte e nos prestigiou com o texto a seguir:

 

 

O programa Câmara Ligada desta sexta-feira (23) abordou o tema esporte. Como editor-chefe do Clube do Esporte DF, fui convidado para poder debater o tema junto com a judoca medalha de ouro em Londres, Sarah Menezes.

Um dos pontos tratados – e o que escolhi para poder escrever este texto – foi o apoio que o esporte, de maneira específica, tem recebido para as provas. Como todos sabem, a piauiense levou o nome de nosso país ao ponto mais alto do pódio. Mas, será que foi fácil pra chegar nesse patamar?

Infelizmente, mais uma vez, o judô do Brasil é um dos esportes que não recebe apoio dos empresários para poder realizar suas atividades. Segundo Sarah Menezes, o único apoio que os judocas possuem é o da Confederação Brasileira de Judô, que concede benefício para auxiliar os atletas nas competições.

Ela é uma das atletas que serve de exemplo quando você procura quem consegue desenvolver o trabalho através de apoio único do treinador e de garra para chegar ás competições.

Esta edição mostrou vários exemplos de quem quer seguir no esporte, com projetos que dão certo. O Instituto Joaquim Cruz começou a atuar com crianças carentes para ensinar o atletismo. É uma das formas de treinar os novos atletas para serem campeões. Exemplo disso é de José Rodrigo Vieira, que treina no local e já representou o país em competições nacionais.

A maneira com que o morador recebe as informações e se apopria do esporte, faz com que o homem e a mulher tornem-se cidadãos capazes de discernir o que é certo e o que é errado no futuro.

Nestas Olimpíadas de Londres, ficamos na 22ª colocação, com 17 medalhas conquistadas – três de ouro, cinco de prata e nove de bronze. Dá pra melhorar? Dá. Já tivemos grandes nomes, como Aurélio Miguel, Marcelo Negrão, entre outros. Podem surgir novos nomes para Rio 2016. Basta que os talentos tenham condições de treinar e que possa ter o apoio do empresariado. O Brasil ainda terá muito orgulho de suas atletas no futuro. A esperança nunca morre.

Aproveito para agradecer a equipe de produção do Câmara Ligada pelo convite de participar deste programa relacionado a esportes.

Rener Lopes
Jornalista
Editor-Chefe Clube do Esporte DF (www.clubedoesportedf.com.br)