Diversão é aprendizado

Na relação entre professor e aluno já conhecemos bem como funcionam giz e quadro negro. Mas existem alternativas que estimulam melhor os jovens, sair da sala de aula convencional, por exemplo. Aprender biologia no meio do mato é ver, na prática, o conteúdo aprendido. Teatros, seminários, quase tudo que faz o jovem se mexer, é dinâmico, ajuda a fixar as matérias. Iniciativas inovadoras e que dão certo são a base do nosso debate no próximo programa.

Um exemplo de experiência bem sucedida vem da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Lá foi desenvolvido um jogo de computador para ensinar física quântica, o Sprace. Apesar da complexidade do assunto o game não exige conhecimento prévio de física. Explicando todos os conceitos necessários durante o jogo. Esse formato é ideal porque, em exatas, o conteúdo precisa ser exercitado repetidas vezes, justamente o que acontece nos games.

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Nada mais gostoso do que aprender e ao mesmo tempo se divertir, não é mesmo?